sábado, 11 de agosto de 2012
O Perdão tem sido uma das realidades mais esquecidas e menos valorizadas pelos cristãos !!
Na caminhada do humano o perdão tem sido uma das realidades mais esquecidas e menos valorizadas pelos cristãos. Estruturas são criadas, análises construídas, fenômenos descobertos e as pessoas continuam inflamadas pela mágoa, aniquiladas pelo rancor e doentes, literalmente acamadas por não conseguirem perdoar.
Quantas situações não resolvidas e quanto ódio nos corações! Devido à ausência de perdão a vida vai se tornando amarga e a existência assume o viés da frustração. Não só em nível teórico, mas, sobretudo, em nível prático, o perdão nos transforma em agentes da liberdade. Perdoando, nos reconciliamos e nos reconciliando, perdoamos. Esse pequeno trocadilho confere cor e sabor de santidade à nossa vida. Trata-se de uma lei natural: aquele que se sente incapaz de perdoar acaba sofrendo até a fase terminal do existir. E aqui nos cabe questionar: quem é que sofre mais, quem odeia ou quem é odiado? Quem odeia. Que é que se amargura mais, aquele que magoou ou aquele que foi magoado? O que magoou. A pessoa que denigre, briga, amaldiçoa e fere sai mais prejudicada que o denegrido, o brigado, o amaldiçoado e o ferido. Anulados pelo ódio, perdemos a nossa identidade no amor.
O perdão é muito maior que imaginamos. Em primeiro lugar precisamos nos reconciliar com a nossa história. Por mais que houve sofrimentos e perdas, ao ponto de criar traumas, temos a necessidade de assumir nosso modo de viver. Muitas vezes somos calejados pela dor. Ao não aceitarmos a existência como dom e o sofrimento como acidente de percurso, nos tornamos escravos do passado.
Diante da maturidade psicológica o passado influencia, mas não pode determinar o nosso presente. A crise, as palavras torpes, as pesadas discussõ es não podem funcionar como um pântano inconsciente, no qual estamos imersos. Justamente por isso, urge a tarefa de reconciliar-se consigo. O perdão nos faz maduros e adultos. Não perdoando nos infantilizamos.
O itinerário do perdão pressupõe a reconciliação com os pais, irmãos e demais parentes, professores, patrões e amigos. Às vezes, ruminamos fatos momentâneos e mal entendidos por tudo uma vida. Por outro lado, há situações que perduram por longa data.
Mulheres que foram violentadas, oprimidas pelo marido, massacradas por humilhações e detonadas pela embriaguês do cônjuge. O mesmo também serve para os esposos que foram traídos ou abandonados pela mulher. Eis situações que carecem de perdão.
Não podemos nos esquecer de que muitos casos de dependência química (drogas alucinógenas, entorpecentes, maconha e narcóticos) e alcoólica, prostituição, doenças psicológicas, depressão e até câncer são provocados pela omissão no perdão. É quase uma fórmula matemática da condição existencial: a ferida não cuidada e cultivada pelo tempo torna-se doença fria e purulenta.
Por mais que não concordemos, Deus precisa ser perdoado. Teologicamente tal afirmativa não possui nenhum cabimento, pelo contrário, beira à heresia. Contudo, não raras vezes culpabilizamos Deus pelas catástrofes que acontecem em nossa vida. Deus não envia e muito menos ratifica algum tipo de mal. Mesmo assim, temos o péssimo costume de atribuir a Ele tudo o que nos acontece. Infelizmente, nos esquecemos de que nem tudo o que nos ocorre é fruto da vontade Divina.
Defronte a morte de alguém querido, perante a perda de imóveis ou bens pessoais, diante de danos irreparáveis surgem tais indagações: Porque isso foi acontecer comigo? O que foi que eu fiz para merecer isso? Ante quando, meu Deus? Porque Deus permitiu? Isso é justo? Nos momentos de desespero aquilo que acreditamos vem à tona e as razões da nossa fé são reveladas.
Nestes casos precisamos perdoar a imagem que fizemos de Deus e não a Deus diretamente. Reconciliar-se com aquilo que imaginamos de Deus e deixar de culpabilizá-lo é perdoar a origem do nosso ser. Desta forma, resgatamos o sentido maior da nossa vida, que a partir de então, ganha um norte de perdão e uma esperança de reconciliação.
Não nos é lícito perdoar de modo superficial ou não nos abrir ao perdão. Aquele que não perdoa é enfermo e escravo de si mesmo. O ódio é uma ferida que se alimenta do nosso fracasso. Quanto mais nos fechamos à reconciliação, mais fracos e desestimulados ficamos. Só quem é livre, liberta. Somente o amado é capaz de amar.
Apenas o perdoado é apto a perdoar e perdoar verdadeiramente. Perdoemos e nos reconciliemos e livres seremos!
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Revelações à Santa Catarina de Sena
Deus Pai Fala à Seus filhos: Revelações à Santa Catarina de Sena
DEUS PAI:
DEUS PAI:
No JUÍZO PARTICUIAR, no instante final,
quando a pessoa compreende que não pode fugir das Minhas Mãos recupera a
visão que a atormenta interiormente fazendo-a ver que por própria culpa
chegou a tão triste situação. Se o pecador se deixar iluminar e se
arrepender, não por medo dos castigos infernais, mas por ter ofendido a
Suma e Eterna Bondade, AINDA SERÁ PERDOADO. Mas, se ultrapassar o
momento da morte nas trevas, no remorso, sem esperança no Sangue, ou
então, lamentando-se apenas pela infelicidade em que se acha - e não por
ter Me ofendido - irá para a perdição.
Sobrevirá pois, a repreensão pela
injustiça e falso julgamento. Em primeiro lugar a repreensão da
injustiça e do julgamento falso em geral, praticados no conjunto de suas
ações, durante a vida; depois, em particular, do último instante quando
o pecador considera seu pecado maior que a Minha misericórdia.
Este (Mt, 12,32) é o pecado que não será
perdoado, nem aqui nem no além. O desprezo voluntário da Minha
misericórdia constitui pecado mais grave que todos os anteriores...
... Filha, tua linguagem é incapaz de
descrever os sofrimentos desses infelizes condenados. Sendo três os seus
vícios principais - egoísmo, medo de perder a boa fama e orgulho - aos
quais se acrescentam a injustiça, a maldade e impureza, no INFERNO os
pecadores padecem de quatro tormentos principais.
O primeiro é a ausência da Minha visão.
Um sofrimento tão grande que os condenados, se fosse possível,
prefeririam sofrer o fogo vendo-Me, que ficar de fora dele sem Me ver.
O segundo, corno conseqüência, é o
remorso que corrói o pecador privado de Mim, longe da conversação dos
anjos, a conviver com os demônios.
Aliás, a visão do diabo constitui o
terceiro tormento. Ao vê-lo duplica-se o sofrer. Nestes (demônios), eles
se conhecem melhor, entendendo que por própria culpa mereceram o
castigo. Assim o remorso os martiriza e jamais cessará o ardor da
consciência. Muito grande é este tormento, porque o diabo é visto do
próprio ser; tão horrível é a sua fealdade, que a mente humana não
consegue imaginar. Se ainda o recordas, já te mostrei o demônio assim
como ele é; foi por um átimo* de tempo . Quando retornastes ao sentido,
preferias caminhar por uma estrada de fogo até o juízo final que tornar a
vê-lo. No entanto, apesar do que viste ignoras a sua fealdade,
especialmente porque, segundo a justiça divina, ele é visto mais ou
menos horrível pelos condenados, segundo a gravidade desculpas.
Átimo* - fiação mínima.
O quarto é o fogo. Um fogo que arde sem
consumir, sem destruir o ser humano. É algo de imaterial, que não
destrói a alma incorpórea.
Na Minha justiça permito que tal fogo
queime, faça padecer, aflija; mas não destrua. É ardente e fere de modo
crudelíssimo em muitas maneiras, conforme a diversidade das culpas. A
uns mais, a outros menos, segundo a gravidade dos pecados. Destes quatro
tormentos derivam os demais: o frio, o calor, o ranger de dentes (Mt,
22,13) ...
Grande é o ódio dos condenados, pois já não amam o bem. Blasfemam continuamente contra Mim!
Queres saber por que já não podem
desejar o bem? É porque, no fim desta vida, vincula-se o livre arbítrio.
Com o cessar do tempo, já não se merece mais. Quem termina esta
existência em pecado mortal, por direito divino fica para sempre apegado
ao ódio, obstinado no mal, a roer-se interiormente. Seus sofrimentos
irão aumentando sempre, especialmente por causa das demais pessoas que
por sua causa irão para a condenação.
O homem justo (no mesmo JUÍZO) ao
encerrar sua vida terrena no amor, já não poderá progredir na virtude.
Para sempre continuará a amar no grau de caridade que atingiu até Mim.
Também será julgado na proporção do amor. Continuamente Me deseja,
continuamente Me possuí; suas aspirações não caem no vazio. Ao desejar,
será saciado; ao saciar-se, sentirá ainda fome; distanciando-se assim,
do fastio da saciedade e do sofrimento da fome. Os bem-aventurados gozam
da Minha eterna visão. Cada um no seu grau, de acordo com a caridade em
que vieram participar de tudo o que possuo. Desfrutam na alegria e gozo
- dos bens pessoais e comuns que mereceram. Colocados entre os anjos e
santos com eles se rejubilam na proporção do bem praticado na terra.
Entre si congraçados na caridade os bem-aventurados de modo especial
comunicam-se com aqueles que amaram no mundo.
Não penses que a felicidade celeste seja
apenas individual. Não! Ela é participada por todos os cidadãos da
pátria, homens e anjos. Quando chega alguém à vida eterna, todos sentem
sua felicidade da mesma forma como ele participa do prazer de todos.
Em seus anseios os eleitos clamam
continuamente diante de Mim em favor do mundo inteiro. Suas vidas haviam
terminado no amor fraterno; continuam no mesmo amor. Aliás, foi
exatamente por tal caridade que passaram pela porta que é Meu Filho ...
Por ocasião do JUÍZO FINAL, o Verbo
encarnado virá com divina majestade para repreender o mundo. Não mais se
apresentará pobrezinho na forma como nasceu da Virgem, na estrebaria,
entre animais, para morrer depois no meio de ladrões. Naquela ocasião,
ocultei n'Ele o Meu poder e permiti que suportasse penas e dores como
homem. A natureza divina se unira a humana e foi enquanto homem que
sofreu para reparar as vossas culpas. No juízo final, não será assim,
pois virá com poder a fim de julgar. As criaturas humanas estremecerão e
Ele a cada um dará sentença conforme merecimento. Tua língua não
conseguirá exprimir o que se sucederá aos condenados. Para os bons,
Jesus será motivo de temor santo e alegria imensa.
Os bem-aventurados continuam no CÉU,
eternamente, aquele mesmo amor com que encerraram a vida terrena. Eles
em nada se distanciam de Mim. Seus desejos estão saciados. Anseiam em
ver-Me glorificado por vós viandantes e peregrinos que sois em direção à
morte. Aspirando por Minha honra, querem vossa salvação e sempre rogam
por vós; de Minha parte, escuto os seus pedidos naquilo em que vós, por
maldade, não opondes resistência à Minha bondade.
Os bem-aventurados desejam recuperar os
seus corpos; todavia não sofrem por sua ausência. Até se alegram, na
certeza de que tal aspiração será realizada. A ausência do corpo não
lhes diminui o prazer, não é angustiante, não faz sofrer. Nem julgues
que a satisfação de ter o corpo após a ressurreição lhes traga maior
bem-aventurança. Se isso fosse verdade, seria sinal que a felicidade
anterior era imperfeita, enquanto não o reouvessem, e isso não pode ser.
De fato, nenhuma perfeição lhes falta. Não é o corpo que faz feliz a
alma, mas o contrário.
Quando esta recupera o corpo no dia do
juízo, participará ele da plenitude e da perfeição da alma. Naquele dia,
esta se fixará para sempre em Mim, e o corpo em tal união, ficará
imortal, sutil, leve. Deves saber que o corpo ressuscitado pode
atravessar uma parede, que o fogo e a água não o ofendem. Tal
propriedade lhe advém, não de uma virtude própria, mas por uma força que
gratuitamente concedo à alma, que foi criada à Minha imagem e
semelhança num inefável ato de amor.
Tua inteligência não dispõe da
capacidade necessária para entender, nem teus ouvidos para escutar, a
língua para narrar e o coração para sentir qual é a felicidade dos
santos.
Ocupei-Me da felicidade dos santos para
que entendesses melhor a infelicidade dos condenados ao inferno. Aliás,
outro tormento destes últimos, é ver quanto os bem-aventurados são
felizes. Tal conhecimento acresce-lhes a pena, da mesma forma como a
condenação dos maus leva os justos a glorificar Minha bondade. A luz é
mais evidente na escuridão, e a escuridão na luz. Conhecer a alegria dos
santos é dor para os réus do inferno.
Os condenados aguardam com temor o dia
do juízo final. Sabem que então seus sofrimentos aumentarão. As escutar o
terrível convite: "Surgite, mortui, venite ad judicium", a alma
retornará ao corpo. Para os bem-aventurados será um corpo de glória;
para os réus um corpo para sempre obscurecido. Diante do Meu Filho,
sentirão grande vergonha. Também diante dos santos. O remorso
martirizará a profundidade do seu ser, quero dizer, a alma; mas também o
corpo.
Acusá-los-ão: o Sangue de Cristo, por
eles derramado; as obras de misericórdia, espirituais e corporais, do
Meu Filho, o bem que eles mesmos deveriam ter praticado em benefício dos
outros, segundo o evangelho. Terá seu castigo a maldade com que
trataram os irmãos, pois Eu mesmo, compassivo, perdoara-lhes (Mt 18,33).
Serão repreendidos pelo orgulho, egoísmo, impureza, ganância; e tudo
isso reavivará seus padecimentos.
No instante da morte, somente a alma é
repreendida; no juízo final também o corpo, por ter sido instrumento da
alma na prática do bem e do mal conforme a orientação da vontade. Todo
bem e todo mal é feito através do corpo por este motivo, Minha filha, os
justos terão no corpo glorificado uma luz e um amor infinitos; já os
réus do inferno sofrerão pena eterna em, seus corpos, usados para o
pecado. Ao recuperar o corpo diante de Jesus ressuscitado, os réus
sentirão tormento renovado e acrescido: a sensualidade sofrerá na sua
impureza, vendo a natureza humana unida à divindade, contemplando este
barro adâmico - vossa natureza - colocada acima de todos os côros
angélicos, enquanto eles, os maus, estarão no mais profundo abismo.
Os condenados verão brilhar sobre os
eleitos a liberalidade e a misericórdia, quais frutos do Sangue de
Cristo; saberão das dificuldades suportadas pelos bons e que agora se
mostram em seus corpos como frisos de adornos para as vestes. O valor de
tais sofrimentos físicos não provém do corpo mas da riqueza da alma; é
ela que dá o corpo o merecimento da luta como companheira da prática das
virtudes. Tal exteriorização se verifica porque o corpo manifesta o
resultado das batalhas das alma, como o espelho reflete a face do homem.
Ao se verem privados de tamanha beleza,
os habitantes das trevas verão surgir nos próprios corpos os sinais dos
pecados e terão maiores tormentos e confusão. E ao soar aquela terrível
sentença: "Ide, malditos, para o fogo eterno". (Mt, 25,41), suas almas e
corpos encaminhar-se-ão para a companhia de demônios, sem mais remédios
nem esperança.
Cada um a seu modo, se envolverá na
podridão que viveu na terra, de acordo com as ações que praticou: o
avarento arderá na sua ganância dos bens que desordenadamente amou; o
maldoso, na sua ruindade; o impuro na imunda e infeliz concupiscência; o
injusto nas suas iniqüidades; o rancoroso no seu ódio pelos outros.
Quanto ao egoísmo fonte de todos os males arderá como princípio causador
de tudo em sofrimentos insuportáveis. O orgulho terá igual sorte.
Assim, corpo e alma serão punidos em todos os vícios.
... Sirvo-Me do demônio qual instrumento
da Minha justiça para atormentar os que Me ofendem. Nesta vida o
coloquei qual tentador, molestando os homens. Não para que estes sejam
vencidos, mas para que conquistem a vitória e o prêmio pela comprovação
das virtudes. Ninguém deve temer as possíveis lutas e tentações do
demônio. Fortaleci os homens, dei-lhes energia para vontade, no Sangue
de Cristo. Demônio ou criatura alguma conseguem dobrar a vontade. Ela
vos pertence, é livre. Vós é que escolheis o querer ou não querer alguma
coisa...
... Eu disse que o demônio convida os
homens para a água-morta, a única que lhe pertence, cegando-os com
prazeres e satisfações do mundo. Usa o anzol do prazer e fisga-os
mediante a aparência de bem. Sabe ele que por outros caminhos nada
conseguiria; sem o vislumbre* de um bem ou satisfação, os homens não se
deixam aprisionar; por sua própria natureza, a alma humana tende ao bem.
Infelizmente, devido à cegueira do egoísmo, o homem não consegue
discernir qual é o bem verdadeiro, realmente útil ao corpo e à alma.
Percebendo isto, o demônio, maldoso, apresenta-lhe numerosos atrativos
maus, disfarçados porém sob alguma utilidade ou prazer...
... A certeza da Minha presença em suas
vidas, é o conhecimento da Minha verdade. Tal conhecimento se realiza na
inteligência que é, o olho da alma; pupila de tal olho é a fé. Pela
iluminação da fé, eles distinguem, conhecem e seguem a estrada mensagem
do Verbo Encarnado. Sem a fé ninguém reconhece tal estrada, à semelhança
daquele que possuísse o olho, mas coberto por um pano. Sim, a pupila
desse olhar é a fé; nada verá quem cobrir sua inteligência com o pano da
infelicidade, por causa do egoísmo. Tal pessoa terá a inteligência, mas
não a luz para conhecer...
... Como afirmei antes, ninguém consegue
seguir o caminho da verdade sem a luz da razão - recebida de Mim com a
inteligência - e sem a luz da fé, infundida na hora do santo batismo,
supondo que não destruais esta última com vossos pecados.
Vislumbre* - sinal de possibilidade.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Missa Tridentina '' LATIM '' Apucarana - PR
Nesta Igreja em Apucarana-PR ,
Todo domingo as 16:00 ‘’Missa Tridentina ‘’LATIM ‘’ .
Todo domingo as 16:00 ‘’Missa Tridentina ‘’LATIM ‘’ .
O interessante é que nossa Santidade o PAPA, nen precisou
pedir que acontecesse essa missa nesta paróquia e já acontece a mais de 1 ano.
O PAPA teve que pedir que todo PAROQUIA, tenha uma missa por
MÊS/SEMANA, e será que estão ESCUTANDO NOSSA SANTIDDE , em nossa cidade?
No Paraná SEGUNDO PEQUISA NO GOOGLE, DUAS CIDADE APENAS TEM ESSA MISSA “APUCARANA – CURITIBA ”
No Paraná SEGUNDO PEQUISA NO GOOGLE, DUAS CIDADE APENAS TEM ESSA MISSA “APUCARANA – CURITIBA ”
LINK - '' FOTOS FACEBOOK"
sábado, 28 de julho de 2012
O perigo do Sentimentalismo
Berros e choros em "grupos de oração" da RCC -
O perigo do sentimentalismo
Hoje conto uma experiência minha e de muitos católicos que viveram e vivem a fé com muito sentimentalismo.
Pra começar a história, relembre o dia em que você sentiu aquela fisgada, Jesus te pescando, seu momento de conversão.
Nesse dia, aposto que você queria mudar o mundo, certo? Dava vontade de falar de Jesus pra todo mundo, vivia numa choradeira com qualquer música que ouvisse. Na missa queria colocar pra fora todos os sentimentos e etc.
Aí, chega o momento em que a “fé” esfria. Não sentimos mais nada, e na maioria das vezes se perguntamos pra Deus: “Você me abandonou? Porque não sinto mais nada?”.
Pergunto uma coisa: Aquele sentimentalismo todo era fé realmente?
Diz o autor da carta aos Hebreus o seguinte: ”A fé é o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito do que não se vê”. (Hb 11,1)
Podemos também afirmar que é a fé é uma certeza a respeito daquilo que não se sente.Na biografia de santa chamada Gemma Galgani conta-se que ela havia recebido os estigmas de Cristo muito cedo. Ela sempre oferecia seus sofrimentos à Deus em expiação pelas almas. Um fato interessante da vida dela é que vivia uma vida tão santa, que era sempre vista com uma luz muito forte quando estava orando e recebia flagelações de demônios durante sua vida. Nossa Senhora aparecia muitas vezes em sonhos.
Certa vez Jesus apareceu para ela e fez um propósito para sua vida : Não sentir nada quando orasse, ter indisposição para a oração, sofrer por não sentir mais um pingo de emoção ao orar, ao ir na Missa, nem quando fosse receber os Sacramentos.
Jesus propôs isso a Gemma Galgani porque queria que ela sentisse o que Ele sentiu na sua Paixão, ou seja, muita angústia e medo a ponto de dizer: “Pai, porque me abandonaste?”
Ela aceitou e com muita paciência, mesmo não sentindo nada, mesmo com tantas doenças que assolavam a vida dela (problemas estomacais, não parava nenhum alimento no seu estômago, e ainda piorava com o incomodo das chagas), perseverou na oração, aguentou os açoites do demônio e oferecia tudo a Deus.
Isso era fé realmente pois ela não sentia mais nada, mas mesmo assim tinha fé que Deus não iria desampará-la e, na vida futura, ou seja, no céu, iria gozar da presença de Deus.Jesus também disse para Tomé quando não cria na Sua Ressurreição: ”Disse-lhe Jesus: Creste, porque me viste. Felizes aqueles que crêem sem ter visto!” (Jo 20,29)
Nesse dia, aposto que você queria mudar o mundo, certo? Dava vontade de falar de Jesus pra todo mundo, vivia numa choradeira com qualquer música que ouvisse. Na missa queria colocar pra fora todos os sentimentos e etc.
Aí, chega o momento em que a “fé” esfria. Não sentimos mais nada, e na maioria das vezes se perguntamos pra Deus: “Você me abandonou? Porque não sinto mais nada?”.
Pergunto uma coisa: Aquele sentimentalismo todo era fé realmente?
Diz o autor da carta aos Hebreus o seguinte: ”A fé é o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito do que não se vê”. (Hb 11,1)
Podemos também afirmar que é a fé é uma certeza a respeito daquilo que não se sente.Na biografia de santa chamada Gemma Galgani conta-se que ela havia recebido os estigmas de Cristo muito cedo. Ela sempre oferecia seus sofrimentos à Deus em expiação pelas almas. Um fato interessante da vida dela é que vivia uma vida tão santa, que era sempre vista com uma luz muito forte quando estava orando e recebia flagelações de demônios durante sua vida. Nossa Senhora aparecia muitas vezes em sonhos.
Certa vez Jesus apareceu para ela e fez um propósito para sua vida : Não sentir nada quando orasse, ter indisposição para a oração, sofrer por não sentir mais um pingo de emoção ao orar, ao ir na Missa, nem quando fosse receber os Sacramentos.
Jesus propôs isso a Gemma Galgani porque queria que ela sentisse o que Ele sentiu na sua Paixão, ou seja, muita angústia e medo a ponto de dizer: “Pai, porque me abandonaste?”
Ela aceitou e com muita paciência, mesmo não sentindo nada, mesmo com tantas doenças que assolavam a vida dela (problemas estomacais, não parava nenhum alimento no seu estômago, e ainda piorava com o incomodo das chagas), perseverou na oração, aguentou os açoites do demônio e oferecia tudo a Deus.
Isso era fé realmente pois ela não sentia mais nada, mas mesmo assim tinha fé que Deus não iria desampará-la e, na vida futura, ou seja, no céu, iria gozar da presença de Deus.Jesus também disse para Tomé quando não cria na Sua Ressurreição: ”Disse-lhe Jesus: Creste, porque me viste. Felizes aqueles que crêem sem ter visto!” (Jo 20,29)
Como então não deixar que o sentimentalismo atrapalhe nossa vida espiritual?
A primeira coisa que devemos fazer é não desistir da oração, mesmo se
não estiver com vontade, indisposto, tente persistir. Uma boa dica é a
reza do terço. Deixe que Nossa Senhora reze com você e por você. “Depois
disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E dessa hora em diante o discípulo a
levou para a sua casa”. (Jo 19,27)
Segunda coisa: Se cercar das coisas de Deus e renunciar aquilo que não convém para sua vida. Procure ler as Sagradas Escrituras à Luz do Magistério da Igreja; procure sobre a vida dos santos, pois eles souberam amar a Deus sobre todas as coisas, mesmo com grandes tribulações. Não tenha medo do silêncio, deixe que Deus te dê a Graça de orar, refletir, meditar com muita calma, sem exaltações, porque é muito fácil orar berrando em grupo de oração carismáticos (RCC), (...) a oração de você para Deus no seu quarto, em silêncio não pode ser descartada.
Terceira coisa: Use os Sacramentos da Igreja com frequência: Confissão e Eucaristia. Se examine todo dia e pergunte para si mesmo se você está em comunhão com Deus. Se conseguir, participe da Missa todo dia, comungue todo dia.
Pra terminar, vou deixar uma frase de São Pedro, o nosso primeiro Papa que diz:
“Este Jesus vós o amais, sem o terdes visto; credes nele, sem o verdes ainda, e isto é para vós a fonte de uma alegria inefável e gloriosa,” (1Pd 1,8)
“porque vós estais certos de obter, como preço de vossa fé, a salvação de vossas almas”.
FONTE - Missa de Sempre.
Segunda coisa: Se cercar das coisas de Deus e renunciar aquilo que não convém para sua vida. Procure ler as Sagradas Escrituras à Luz do Magistério da Igreja; procure sobre a vida dos santos, pois eles souberam amar a Deus sobre todas as coisas, mesmo com grandes tribulações. Não tenha medo do silêncio, deixe que Deus te dê a Graça de orar, refletir, meditar com muita calma, sem exaltações, porque é muito fácil orar berrando em grupo de oração carismáticos (RCC), (...) a oração de você para Deus no seu quarto, em silêncio não pode ser descartada.
Terceira coisa: Use os Sacramentos da Igreja com frequência: Confissão e Eucaristia. Se examine todo dia e pergunte para si mesmo se você está em comunhão com Deus. Se conseguir, participe da Missa todo dia, comungue todo dia.
Pra terminar, vou deixar uma frase de São Pedro, o nosso primeiro Papa que diz:
“Este Jesus vós o amais, sem o terdes visto; credes nele, sem o verdes ainda, e isto é para vós a fonte de uma alegria inefável e gloriosa,” (1Pd 1,8)
“porque vós estais certos de obter, como preço de vossa fé, a salvação de vossas almas”.
FONTE - Missa de Sempre.
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