segunda-feira, 9 de julho de 2012
sexta-feira, 29 de junho de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
PARÓQUIAS CATÓLICAS SÃO OBRIGADAS.....
PARÓQUIAS CATÓLICAS SÃO OBRIGADAS A CELEBRAR UMA MISSA EM LATIM, SE OS
FIÉIS QUISEREM
As paróquias católicas são obrigadas a adicionar uma missa em latim, se
os fiéis tradicionais quiserem. Foi assim, que o Vaticano disse a
bispos católicos de todo o mundo que eles têm que obedecer a ordem papal
que permite aos padres rezar a missa em latim no estilo antigo para
católicos tradicionalistas.
O Vaticano emitiu uma "instrução" aos bispos seguindo o decreto papal de 2007 autorizando adoção generalizada da missa em latim, que estava em uso universalmente antes do Concilio do Vaticano de 1962-1965, que permitiu missas nas linguagens locais.
A reinstauração da missa em latim é uma das demandas dos ultra-tradicionalistas que tiveram os seus líderes excomungados em 1988, na primeira divisão da igreja na modernidade.
O papa permitiu em 2007 a utilização generalizada da missa em latim, na qual o padre fica de frente para o altar e de costas para o público na maior parte da cerimônia.
No entanto, muitos bispos ao redor do mundo disseram, em privado, que a decisão gerou muita dor de cabeça pela pequena quantidade de padres treinados em latim e os problemas logísticos de colocar uma missa em latim na agenda das igrejas.
A instrução do departamento doutrinal do Vaticano, a Congregação pela Doutrina da Fé, deixa claro em cinco páginas que o papa exige que os bispos sigam as suas ordens.
"É a tarefa do bispo da diocese tomar todas as medidas necessárias para garantir o respeito pela 'forma extraordinária'", define a instrução, usando o termo em latim para a antiga liturgia.
Ainda que em uma linguagem educada e institucional, a instrução afirma que as paróquias locais precisam adicionar uma missa em latim dentro das suas agendas litúrgicas se os fiéis tradicionalistas quiserem.
Além disso, o comunicado diz que os padres precisam mostrar 'um espírito de generosa boas vindas' para aqueles que querem a missa no estilo antigo e precisam "permitir esse tipo de celebração".
O retorno da missa em latim foi recebido com resistência em várias partes. A decisão também foi criticada em privada por alguns bispos que ou tomaram as decisões necessárias com muita lentidão ou as deixaram em banho-maria sob o argumento de que tinham temas mais urgentes para serem resolvidos.
A maioria dos católicos vê a missa em latim como nostálgica, rígida e algo que faz o relógio andar para trás nas reformas feitas pelo Segundo Concílio do Vaticano que, para alguns, trouxe a igreja para a modernidade.
O Vaticano emitiu uma "instrução" aos bispos seguindo o decreto papal de 2007 autorizando adoção generalizada da missa em latim, que estava em uso universalmente antes do Concilio do Vaticano de 1962-1965, que permitiu missas nas linguagens locais.
A reinstauração da missa em latim é uma das demandas dos ultra-tradicionalistas que tiveram os seus líderes excomungados em 1988, na primeira divisão da igreja na modernidade.
O papa permitiu em 2007 a utilização generalizada da missa em latim, na qual o padre fica de frente para o altar e de costas para o público na maior parte da cerimônia.
No entanto, muitos bispos ao redor do mundo disseram, em privado, que a decisão gerou muita dor de cabeça pela pequena quantidade de padres treinados em latim e os problemas logísticos de colocar uma missa em latim na agenda das igrejas.
A instrução do departamento doutrinal do Vaticano, a Congregação pela Doutrina da Fé, deixa claro em cinco páginas que o papa exige que os bispos sigam as suas ordens.
"É a tarefa do bispo da diocese tomar todas as medidas necessárias para garantir o respeito pela 'forma extraordinária'", define a instrução, usando o termo em latim para a antiga liturgia.
Ainda que em uma linguagem educada e institucional, a instrução afirma que as paróquias locais precisam adicionar uma missa em latim dentro das suas agendas litúrgicas se os fiéis tradicionalistas quiserem.
Além disso, o comunicado diz que os padres precisam mostrar 'um espírito de generosa boas vindas' para aqueles que querem a missa no estilo antigo e precisam "permitir esse tipo de celebração".
O retorno da missa em latim foi recebido com resistência em várias partes. A decisão também foi criticada em privada por alguns bispos que ou tomaram as decisões necessárias com muita lentidão ou as deixaram em banho-maria sob o argumento de que tinham temas mais urgentes para serem resolvidos.
A maioria dos católicos vê a missa em latim como nostálgica, rígida e algo que faz o relógio andar para trás nas reformas feitas pelo Segundo Concílio do Vaticano que, para alguns, trouxe a igreja para a modernidade.
Abusos Litúrgicos e Atos Nefastos:
ABUSOS LITÚRGICOS E ATOS NEFASTOS: Bater palmas na Santa Missa???
Danças?? Coreografias???
O abuso litúrgico é antes de tudo uma falsificação da liturgia
católica, no dizer da Instrução Redemptionis Sacramentum. Todo católico
tem o direito de ver celebrada a sagrada liturgia sem improvisações, sem
experimentação, de acordo com as normas estabelecidas pela Santa Sé.
ATENÇÃO:
Conversas, barulho, alvoroço, danças... nada disso combina com a missa.
Certamente haverá locais e circunstâncias propícias para extravasar a
alegria de ser cristão. Na missa, vale a "regra de ouro": o que não
caberia fazer no Calvário, não cabe fazer na missa.
Estamos diante do sacrifício do Filho de Deus! No altar, Jesus oferece-se ao Pai como vítima, por nossos pecados. Portanto, conversar com o vizinho, atender chamadas de celulares, bater palmas ou fazer coreografias, danças, etc., nada disso é próprio na missa. Este tipo de atitude podemos chamar de atos nefastos e profanos na celebração da renovação do sacrifício do calvário.
Estamos diante do sacrifício do Filho de Deus! No altar, Jesus oferece-se ao Pai como vítima, por nossos pecados. Portanto, conversar com o vizinho, atender chamadas de celulares, bater palmas ou fazer coreografias, danças, etc., nada disso é próprio na missa. Este tipo de atitude podemos chamar de atos nefastos e profanos na celebração da renovação do sacrifício do calvário.
Na chamada "Missa Nova" do rito ordinário, por exemplo, há orações que são próprias e exclusivas
do sacerdote. No caso específico, rezam o "Por Cristo, com Cristo, em
Cristo...", a doxologia com que o sacerdote encerra a anáfora (a parte
central da missa). Só o padre pode pronunciá-la. Mesmo que o celebrante
convide ("todos juntos!", etc.) os fiéis deverão ficar em silêncio e
responder, ao final, o solene "amém" (cf. IGMR 151).
Os leigos também não devem rezar a oração da paz ("Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos apóstolos: Eu vos deixo a paz, Eu vos dou a minha paz..."). Só o sacerdote pronuncia essa oração.
Os leigos também não devem rezar a oração da paz ("Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos apóstolos: Eu vos deixo a paz, Eu vos dou a minha paz..."). Só o sacerdote pronuncia essa oração.
Há que se distinguir os papéis do sacerdote e do leigo na missa: "Deve-se evitar o perigo de obscurecer a complementaridade entre a ação dos clérigos e dos leigos, para que as tarefas dos leigos não sofram uma espécie de «clericalização», como se fala, enquanto os ministros sagrados assumem indevidamente o que é próprio da vida e das ações dos fiéis leigos" (Redemptionis Sacramentum).
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