sexta-feira, 11 de maio de 2012
Catequese do Papa Bento XVI.
Catequese do Papa Bento XVI.
A ORAÇÃO EXPRESSA
A CONFIANÇA NA PRESENÇA DIVINA
07.09.2011 - Cidade do Vaticano:
Nesta
quarta feira Bento XVI deixou a residência pontifícia de
Castel Gandolfo para a audiência geral que teve lugar ao ar
livre na Praça de S. Pedro, no Vaticano. No final da
audiência, o Papa regressou de helicóptero a Castel Gandolfo.
Na
catequese de hoje, o Pontífice meditou alguns salmos,
Livro de Oração por excelência, retornando ao ciclo
de catequeses sobre a oração, iniciado em 4 de maio passado.
Caros
irmãos e irmãs,
Retomamos hoje as audiências gerais na Praça de São Pedro, e
na escola da oração que estamos vivemos juntos
nestas catequeses de quarta-feira, gostaria de iniciar a
meditação de alguns salmos, que como eu dizia em junho deste
ano, formam um livro de orações por excelência.
O
primeiro Salmo sobre o qual me concentro hoje é um
Salmo de lamento e de súplica, mas permeado de profunda
confiança, na qual a certeza da presença de Deus fundamenta
a oração que brota de uma condição de extrema dificuldade
onde se encontra o orante.
Se
trata do Salmo 3, que pela tradição hebraica, é atribuído a
Davi, no momento que foge da presença de Absalão: é um dos
episódios mais dramáticos e sofridos na vida do rei, quando
seu filho rouba o seu trono real e o obriga a deixar
Jerusalém para salvar a vida.
A
situação de perigo e de angústia experimentada por Davi é
retratada nesta oração, o que nos ajuda a compreendê-la,
apresentando-se como uma situação típica na qual um tal
salmo pode ser recitado. No grito do Salmista, cada homem
pode reconhecer aqueles sentimentos de dor, de amargura e
juntamente com isto, a confiança em Deus que,
segundo a narração bíblica, haviam acompanhado a fuga de
Davi desde de sua saída da cidade.
O
salmo inicia com uma invocação ao Senhor:
"Senhor, como são numerosos os meus perseguidores!
é uma turba que se dirige contra mim.
Uma multidão inteira grita ao meu respeito:
Não, não há mais salvação para ele em seu Deus!"
"Senhor, como são numerosos os meus perseguidores!
é uma turba que se dirige contra mim.
Uma multidão inteira grita ao meu respeito:
Não, não há mais salvação para ele em seu Deus!"
A
descrição que o orante faz da situação é também marcada por
tons fortemente dramáticos. Por três vezes se reafirma a
idéia de multidão - "numerosos, muitos, tantos"
- que no texto original é dita com a mesma raiz hebraica,
para destacar ainda mais a grandiosidade do perigo, em modo
repetitivo, quase martelante.
Esta
insistência no número e na quantidade dos inimigos, serve
para exprimir a percepção, da parte do Salmista, da absoluta
desproporção existente entre ele e seus perseguidores, uma
desproporção que justifica e fundamenta a urgência do seu
pedido de ajuda: Os opressores são muitos, estão em
vantagem, enquanto que o orante está sozinho e indefeso, sob
o poder dos seus agressores. E mais, a primeira
palavra pronunciada pelo salmista é "Senhor",
o seu grito inicia com a invocação a Deus.
Uma
multidão se lança contra ele, gerando um medo que aumenta e
ameaça, fazendo-a parecer ainda mais grande e aterrorizante,
mas o orante não se deixa vencer por esta visão de morte,
mantém forte o relacionamento com o Deus da vida e a Ele
por primeiro se volta, procura de ajuda. Mas, o
inimigos tentam também quebrar esta ligação com Deus e
enfraquecer a fé da vítima deles. Esses insinuam que o
Senhor não pode intervir, afirmam que nem mesmo Deus pode
savá-lo.
A
agressão, portanto, não é somente física, mas toca a
dimensão espiritual: "o Senhor não pode salvá-lo"
- dizem -, o núcleo central da alma do Salmista é agredido.
È a extrema tentação a qual o fiel é submetido, é a
tentação de perder a fé, a confiança na proximidade de Deus.
O
justo supera a última prova, permanece firme na fé, na
certeza da verdade e na plena confiança em Deus, e
exatamente nisso entra a vida e a verdade. Me parece
que aqui, o Salmo nos toca muito pessoalmente: em tantos
problemas somos tentados a pensar que talvez também Deus não
nos salva, não nos conhece, e que talvez não exista uma
possibilidade de saída; a tentação contra a fé é a
última agressão do inimigo, e a este devemos
resistir, assim, encontraremos Deus e encontraremos a vida.
O
orante do nosso Salmo é, portanto, chamado a responder
com a fé, aos ataques dos ímpios: os inimigos - como
eu disse - negam que Deus possa ajudá-lo, Davi, mesmo assim,
O invoca, O chama por nome, "Senhor", e depois se volta a
Ele com um "tu" enfático, que exprime um relacionamento
firme, sólido, e traz consigo a certeza da resposta divina:
"Mas sois vós Senhor o meu escudo, vós sois a minha
glória, vós levantais a minha cabeça. Apenas elevei a voz ao
Senhor, ele me responde da sua montanha santa".
A
visão dos inimigos agora desaparece, não venceram, porque
quem crê em Deus é seguro que Deus é amigo dele: "fica
somente o "Tu" de Deus. Diante de muitos está um somente,
mas muito maior e potente que muitos adversários. O
Senhor é auxílio, defesa, salvação, como escudo protege quem
confia nEle, e Ele por sua vez, eleva a cabeça do oprimido,
em um gesto de triunfo e de vitória. O Homem não
está mais sozinho, os inimigos não são imbatíveis como
pareciam, porque o Senhor escuta o grito do oprimido e
responde do lugar da sua presença, da seu monte santo.
O homem grita, na angústia, no perigo, na dor, o homem
pede ajuda, e Deus responde.
Este
entrelaçar-se de grito humano e resposta divina
é a dialética da oração e a chave de leitura de toda a
história da salvação. O grito exprime a necessidade
de ajuda e se apela à fidelidade do outro; gritar quer dizer
colocar um gesto de fé na proximidade e na disponibilidade
de Deus.
A
oração exprime a certeza de uma presença divina já
experimentada e acreditada, que na resposta salvífica de
Deus, se manifesta em plenitude. Isto é relevante: que na
nossa oração seja importante, presente, a certeza da
presença de Deus. Assim, o Salmista, que se sente
assediado pela morte, confessa a sua fé no Deus da vida,
que, como escudo, o cerca com uma proteção invulnerável;
quem pensava que estava de uma vez por todas perdido, pode
elevar a cabeça, porque o Senhor o salva. O orante, ameaçado
e escarniado, está na glória, porque Deus é a sua glória.
A
resposta divina que acolhe a oração, dá ao salmista uma
segurança total;
desaparece o medo, o grito se aquieta na paz, em uma
profunda tranqüilidade interior.
"Eu, que tinha deitado e adormecido, levanto-me porque o Senhor me sustenta. Nada temo diante desta multidão numerosa, que de todos os lados se dirige contra mim".
"Eu, que tinha deitado e adormecido, levanto-me porque o Senhor me sustenta. Nada temo diante desta multidão numerosa, que de todos os lados se dirige contra mim".
O
orante mesmo em meio ao perigo e a batalha, pode adormecer
tranqüilo, em uma inevocável atitude de abandono confiante.
Ao redor dele, os adversarios acampam, o circundam, são
muitos, se erguem contra ele, o escarnecem e tentam fazê-lo
cair, mas diante disso, ele se deita e dorme tranquilo e
sereno, seguro da presença de Deus.
E
quando se levanta, encontra Deus ainda ao seu lado,
como guardião que não dorme, que lhe sustenta, o segura pela
mão, não o abandona nunca. O medo da morte é vencido
pela presença daquele que não morre. E exatamente a noite,
cheia dos temores de sempre, a noite dolorosa da solidão e
da espera angustiada, agora se transforma: o que invoca a
morte se torna presença do Eterno.
À
visibilidade do assalto inimigo, maciço, imponente, se
contrapõe a invisível presença de Deus, com toda a sua
invencível potência. E é à Ele que de novo o Salmista,
depois das suas expressões de confiança, faz a oração:
"Levante-se Senhor! Salva-me, Deus meu". Os
agressores se levantavam contra a vítima deles, que ao
contrário deles, se levantará ao Senhor, e o fará, para
vencê-los.
Deus o
salvará, respondendo ao seu grito. Por isto, o salmo se
conclui com a visão da libertação do perigo que mata e da
tentação que pode fazer perecer. Depois, o pedido voltado ao
Senhor de levantar-se para salvá-lo, o orante descreve a
vitória divina: os inimigos que, com suas injustas e cruéis
opressões, são símbolo de tudo aquilo que se opõe à Deus e
ao seu plano de salvação, são derrotados.
Atingidos na boca, não poderão mais agredir com a destrutiva
violência deles e não poderão mais insinuar o mal da dúvida
na presença e na ação de Deus: o falar insensato e blasfemo
deles é definitivamente desmascarado e reduzido ao silêncio
da intervenção salvífica do Senhor. Assim, o Salmista pode
concluir a sua oração com uma frase das conotações
litúrgicas que celebra, na gratidão e no louvor, o Deus da
vida: "A salvação vem do Senhor, sobre o seu povo a
sua benção".
Caros
irmãos e irmãs,
o Salmo 3 nos apresentou uma súplica plena de
confiança e de consolação. Rezando este salmo,
podemos fazer nossos, os sentimentos do Salmista, figura do
justo perseguido que encontra em Jesus a sua plenitude. Na
dor, no perigo, na amargura e na incompreenssão e nas
ofensas, as palavras do Salmo abrem o nosso coração à
certeza confortante da fé.
Deus é
sempre próximo
- também nas dificuldades, nos problemas, nas obscuridades
da vida - escuta, responde e salva ao seu modo. Mas
necessita saber reconhecer a sua presença e aceitar as suas
vias, como Davi na sua fuga humilhante do filho de
Absalão, como o justo perseguido do livro da Sabedoria e,
por ultimo e completamente, como o Senhor Jesus no
lugar chamado Gólgota.
Que o
Senhor nos dê a fé, nos ajude na nossa fraqueza e nos torne
capazes de crer e de rezar em meio a todas as angústias, nas
noites dolorosas da dúvida e nos longos dias de dor,
abandonando-nos com confiança nEle que é nosso escudo e
nossa Glória.
Obrigado.
Amados
peregrinos de língua portuguesa, a minha saudação amiga para
todos, em particular para os fiéis de várias paróquias das
cidades de Santo Amaro, São João del Rei e São Paulo,
desejando que este Salmo três vos sirva de portal na vossa
peregrinação a Roma: da infinidade de coisas – tantas vezes
duras – da vida, aprendei a elevar o coração até ao Pai do
Céu, repousando no seio da sua infinita bondade, e vereis
que as dores e aflições da vida vos farão menos mal. Sobre
todos, e extensiva aos familiares e comunidades eclesiais,
desça a minha Bênção Apostólica.
Fonte: Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé.
Pedido ao Santo Rosário.
A Virgem Santíssima em Fátima e o pedido ao Santo
Rosário.
Quando Lúcia
perguntou à Santíssima Virgem, na aparição de 13 de
outubro de 1917, em Fátima, o que desejava, Ela respondeu:
“Quero dizer-te
que façam aqui uma capela em minha honra; que sou a Senhora do
Rosário; que continuem sempre a rezar o Terço todos os dias”.
“Rezar o Terço
todos os dias”
— Que conselho mais excelente que este? Que criatura mais elevada
que a Virgem Santíssima poderia transmiti-lo? Sendo que a própria
Mãe de Deus – e também nossa Mãe – nos faz esse pedido,
como poderemos recusá-lo? Impossível seria! Atendendo-A, seremos
atendidos e alcançaremos todas as graças que suplicarmos com fé e
confiança.
Em várias outras
aparições Nossa Senhora recomendou a devoção ao Rosário,
mas especialmente em Fátima Ela insistiu nessa prática marial como
meio para se obter a conversão do mundo.
Apresentando-se como a Senhora do Rosário,
Ela veio alertar o mundo para os terríveis castigos que ocorreriam
caso não se desse uma conversão geral;
caso os homens não deixassem de ofender a Deus com seus pecados e
não houvesse uma reparação por esses pecados.
Isto se passou no
início do século XX. Neste início do século XXI, quem se atreveria a
dizer que tais pedidos foram atendidos? Claro que ninguém! Basta
olhar um pouco em torno de nós, para ver justamente o contrário: a
decadência moral acentua-se dia a dia; os Mandamentos de Deus são
abandonados; os pecados aumentam; as ofensas a Nosso Senhor
tornam-se ainda mais agressivas. Basta abrir os jornais, para
constatar a alarmante dissolução da família, as modas imorais, o
nudismo, o aborto, a prostituição, as drogas, o homossexualismo etc.
Em vista disso, a
Senhora de Fátima pede-nos “oração, penitência e
reparação”. Insiste na recitação diária do Rosário,
para a conversão das almas pecadoras e do mundo.
O Demônio é o Grande Inimigo do Homem.
O Demônio é o grande inimigo do homem.
"É o inimigo número um", dizia Papa Paulo VI. Satanás parece nos
inícios do gênero humano, apresenta-se desde o início um homicida,
mentiroso e pai da mentira"Consegue fazer cair os nossos antepassados
Adão e Eva e se torna o príncipe deste mundo (2 Cor 4,4), acusador dos
nossos irmãos (Ap 12,10). Com o pecado original, todo o mundo jaz sob o
malígno (I Jo 5,19) e os demônios são dominadores deste mundo tenebroso
(Ef 6,12). Como aparecem tenebrosos os primeiros acontecimentos à
Humanidade Nova por causa deste infernal assassino que possui o império
das trevas (Lc 22,53). Pe. Pio escreveu em um carta ao seu Diretor
espiritual contando que ele viu a figura monstruosa de Satanás em seus
sonhos. Era um ser horrível e gigante, alto como uma negra montanha. S.
Pedro nô-lo apresenta como a imagem de um leão que ruge sempre pornto a
devorar-nos (I Pd 5, 8-9). Como o tortura a inveja, porque nós podemos
nos salvar. Ele nos quer todos no Inferno.
A aurora que surge
Uma cena estupenda nos aparece no início da humanidade dominada por
Satanás e oprimida pelo pecado. Uma mulher sublime, com o seu
Filho,"amassa a cabeça da serpente" (Gn 3,15). A Imaculada, vencedora de
Satanás, brilhante nas trevas do pecado, com o seu Divino Filho, é a
desafeta de Santanás. Em Gênesis, Deus apresenta a Imaculada semelhante a
aurora que se eleva maravilhosa sobre a noite da humanidade pecadora.
Em Cântico dos cânticos, o autor inspirado exclama: "Quem é aquela que
avança como aurora, bela como a lua, eleita como o sol, tremenda como
exército formado?" (6,9). É a Imaculada, Guerreira invencível, Senhora
das vitórias, Terror dos demônios. Santa Bernadette nos narra em Lourdes
que viu ao lado da gruta uma turma de demônios que berravam gritos
infernais. Assustada, a santa olhou a Imaculada; bastou um olhar severo
de Maria para eles e fugiram. Assim o demônio, em frente à Imaculada,
demonstra o que significa seu nome (Belzebu): Deus das moscas.
Tentadores em luvas amarelas
A tática do diabo é alegrar os sentidos e a imaginação do homem para
perder o seu espírito. Se apresenta como um conselheiro e um servidor em
luvas amarelas, com ofertas de bens e prazeres sedutores a ganhar. Fez
isso com Eva (Gn 3, 1-7) com Jesus (Mt 4, 1-11) e com os santos de todos
os tempos: S. Bento, S. Francisco de Assis, S. Teresa D'Ávila, S. Cura
d'Ars, S. João Dom Bosco, S. Pe Pio... Hábil e na defensiva, o demônio
sabe servir-se de tudo para nos arruinar: a imodéstia de Davi (2 Sm 11,
2-26), a gula de Esaú ( Gn 25, 29-34) o apego às riquezas de Ananias e
Safira (At 5, 1-10). Ele tenta até propor coisas aparentemente úteis
para as almas. Sabe-se que Cura d'Ars pregava de maneira simples,
fecunda de graças para as almas. Cheio de premuras, o diabo foi a ele
exortando-o a pregar de modo difícil, assegurando-lhe a fama de grande
pregador. O santo adviu o engano, recusou-se e continuou com seus
sermões simples e eficazes. Pagou com muitos despeitos furiosos que o
demônio lhe fez dia e noite.
Quatro estúpidos
Satanás
tem uma obra-prima: convencer os homens que ele não existe. Conquistando
isso, trata os homens como bonecos. Pe. Pio escutou um sermão onde o
orador nada fazia mais que perguntar-se sobre a existência do diabo. No
final o orador concluiu que ele existe. Passado o sermão, Pe. Pio
advertiou-o dizendo-lhe que ao se falar do demônio, deve ser preciso em
afirmar sua existência e sua ação nefasta no mundo. Ao final,
acrescenta-se a exitência dos "Quatro estúpidos" que ousam negar a
existência do diabo. Hoje são mais que quatro, e há até na Igreja,
infelizmente. Tanto é verdade que Paulo VI teve que intervir
expressamente em um discurso (15/11/1972) para confirmar a verdade da fé
sobre a existência de Santanás como pessoa e constatou amargamente como
a "fumaça do diabo" está fumegando na Igreja. A uma de suas filhas
espirituais, Pe Pio disse:"Se se pudesse ver a olhos nus quantos
demônios invadiram a Terra, não mais veríamos o Sol".Contra estes
apóstatas, qual não deve ser nossa defesa?
Vigiai e rezai
Jesus nos previniu contra as insídias do diabo. Ele nos ensinou no
Pai-nosso :"Não nos deixeis cair em tentação" (Mc 14,38). A guarda e a
oração são as duas maiores forças do homem contra o demônio. Façamos
nossa a recomendação de Pe. Pio: "Filho, o inimigo não dorme! Esteja
alerta com a guarda e a oração. Com a 1ª avistaremos; com a 2ª teremos
arma para nos defender". A guarda nos faz avistar as ocasiões perigosas (
uma leitura, um espetáculo, uma pessoa, um lugar, uma vontade...). A
oração nos dá força de evitar os perigos, de fugir às ocasiões como
recomendava S. Felipe Néri. S. Agostinho ensina que o demônio é só um
cão amarrado, e só pode morder quem dele se aproxima. Ao largo, então!
Se o demônio se faz insolente, escutemos a palavra de S. João Bosco que
dizia aos seus jovens: "Quebrai os cornos do demônio com a Confissão e a
Comunhão".
Amassa-lhe a cabeça
S. Maximiliano
escreveu que "a serpente levanta a cabeça em todo o mundo, mas a
Imaculada lhe pisa em vitórias grandiosas". Para abater o demônio de
modo mais humilhante, precisamos recorrer à Imaculada. O demônio tem
pavor d'Ela que sozinha é terrível como um exército formado (Ct 6,9).
Quando S. Verônica Giuliani era atacada fisicamente pelo demônio, ao
conseguir invocar Nsa Sra, o demônio fugia precipitadamente, gritando:
"Não invoque minha inimiga!" A oração Mariana mais forte contra o
demônio é o Rosário. Uma vez lhe perguntaram durante um exorcismo, qual
oraçãoele mais temia. Respondeu: "O Rosário é o meu flagelo". Se os
cristãos levassem consigo e usassem amiúde este flagelo dos demônio,
quantas ruínas, desventuras e pecados a menos sobre a Terra...
Votos
* Levar consigo o Rosário e recitá-lo na tentação;
* Oferecer hoje uma mortificação contra a gula;
* Ler e meditar a página do Evangelho sobre as tentações de Jesus no deserto. (Mt 4,1-11)
*Meditações do livro "Um mês com Maria", do padre Stefano Maria Manelli.
Christo Nihil Praeponere
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