quarta-feira, 9 de maio de 2012

 
Os Mistérios do Rosário.

Mistérios Gozosos – Sobre a Infância de Jesus
( Segundas Feiras e Sábado ).

1º Mistério: Deus manda o anjo Gabriel a Maria para lhe anunciar que será a Mãe de Jesus, o Salvador.  (cf. Lc 1,26-38).

2º Mistério: Maria vai visitar sua prima Isabel e a ajuda a preparar o nascimento de João Batista
(cf. Lc 1,39-56).

3º Mistério: Jesus nasce em Belém, na pobreza, porque não havia lugar para eles (cf. Lc 2,1-15).
  4º Mistério: Maria e José apresentam Jesus no Templo e Simeão louva a Deus (cf. Lc 2,22-35).

5º Mistério: Maria e José encontram Jesus no Templo, falando com os doutores (cf. Lc 2,41-52).
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Mistérios Dolorosos – Sobre a Paixão de Jesus
( terças-feiras e sextas-feriras).

1º Mistério: A agonia de Jesus no Jardim das Oliveiras, onde Ele foi preso (cf. Mt 26,36-56)

2º Mistério: Jesus é Torturado por ordem de Pilatos (cf. Mc 15,16-20)

3º Mistério: Jesus é condenado a ser crucificado (cf. Mc 15,6-15)

4º Mistério: Jesus carrega a cruz até o calvário (cf. Lc 23,26-31)

5º Mistério: Jesus é crucificado e morre na Cruz (cf. Lc 23,33-46)

Mistérios Gloriosos – Sobre a Ressureição de Jesus e de Sua Mãe Maria
( quarta-feiras e domingos ).

1º Mistério: A ressurreição de Jesus (cf. Lc 24,1-12).

2º Mistério: A ascensão de Jesus (cf. At 1,3-11).

3º Mistério: A vinda do Espírito Santo que Transforma os Apóstolos (cf. At 2,1-14).

4º Mistério: Maria é levada ao céu, ela é a nossa esperança (cf. Jo 2,1-11)

5º Mistério: Nossa Senhora é coroada porque ela é a rainha do povo de Deus  (cf. Ap 12,1-18).

Mistérios Luminosos – Sobre a vida pública de Jesus
(quintas-feiras)

1º Mistério: Jesus é batizado por João Batista no rio Jordão (cf. Mt 3,13-16).

2º Mistério: Jesus nas bodas de Caná, quando a pedido de sua Mãe, transforma Água em vinho
(cf. Jo 2,1-12)

3º Mistério: Jesus anuncia o reino de Deus e convida à conversão (cf. Mc 1,14-15).

4º Mistério: A transfiguração de Jesus no Monte Tabor (cf. Lc 9,28-36).

5º Mistério: A Santa ceia, na qual Jesus instituiu a Eucaristia ( cf. Mt 26,26-29)

O Grito Lancinante de uma Alma » "A Carta do Além"

Este texto que estou postando é muito interessante e de grande valia para nós, cristãos. É de interesse de todo cristão católico procurar saber aquilo que leva ao Céu e também, especialmente, o que deixa de levar.

Coloquei o texto na íntegra, pois a edição que eu tenho do texto não tem direitos autorais, então suponho que posso divulgá-lo sem problemas.

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O autor da presente publicação, no original alemão, prefere conservar no anonimato, tanto a si como os demais personagens do acontecimento.

O escrito, entretanto, corre em prósperas edições, pelas mãos de leitores sempre mais numerosos. Não se pode lê-lo com indiferença ou só por curiosidade. Aos poucos a gente se vê, pessoalmente empenhado em uma valorização reflexa, a um tempo de juízo e de 
sentimento.

Posso Comungar com Minhas próprias MÃOS o Corpo e Sangue do Senhor?



Para responder a esse questionamento é preciso, antes de mais nada, esclarecer o que significa a hóstia 
consagrada. O Catecismo da Igreja Católica, em seu número 1374, diz que:

“No Santíssimo Sacramento da Eucaristia estão contidos verdadeiramente, realmente e substancialmente o Corpo e o Sangue juntamente com alma e a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo e, por conseguinte, o Cristo todo. Esta presença chama-se real não por exclusão, como se as outras não fossem reais, mas por antonomásia, porque é substancial e porque por ela Cristo, Deus e homem, se torna presente completo.”
E o Catecismo dedica ainda os próximos números a explicar, por meio das palavras dos grandes santos da Igreja a importância e majestade da Eucaristia. Diante disso, a resposta para a pergunta parece óbvia: não é permitido comungar com as próprias mãos o Corpo e o Sangue de Cristo. Entretanto, na prática, as ações não são assim, tão claras. A Igreja, por isso, teve sempre um cuidado extremo para com as espécies consagradas e várias instruções foram publicadas nesse sentido. A Instrução Geral do Missal Romano é bem clara quanto ao modo de se comungar:

“160. O sacerdote pega depois na patena ou na píxide e aproxima-se dos comungantes, que habitualmente se aproximam em procissão. Não é permitido que os próprios fiéis tomem, por si mesmos, o pão consagrado nem o cálice sagrado, e menos ainda que o passem entre si, de mão em mão. (…) ”
Não existe margem para erro diante dessa instrução, porém, em muitas paróquias o erro acontece e o que se vê são fiéis tomando a hóstia consagrada com as mãos, molhando-a no preciosíssimo Sangue de Cristo, na chamada “comunhão self-service”. No caso da comunhão por intinção só existe uma forma de recebê-la: na boca, diretamente das mãos do sacerdote. É o que diz a instrução Redemptionis Sacramentum, no número 104: “Não se permita ao comungante molhar por si mesmo a hóstia no cálice, nem receber na mão a hóstia molhada”. O Concílio de Trento também é bastante claro ao dizer que:

” Na recepção sacramental foi sempre costume na Igreja de Deus que os leigos recebessem a comunhão dos sacerdotes e que os sacerdotes celebrantes comungassem por si mesmos, um costume que, provindo de tradição apostólica, se deve com razão e direito conservar.” (DH 1648)
O argumento definitivo, porém, é dado pelo próprio Jesus, na última ceia, quando Ele “…tomou um pão e, tendo-o abençoado, partiu-o em distribuindo-o aos discípulos”, instituiu, assim, a Eucaristia. Dessa forma, é claro que o ato do sacerdote distribuir a comunhão aos fiéis faz parte dos verbos, dos gestos concretos, das ações de Cristo, não sendo aceitável inovações ou modos de fazer diferentes dessas ampla e claramente convencionadas.
Assim, ao fiel é dado escolher entre tomar a comunhão na mão ou diretamente na boca (RS 92), uma vez que “a comunhão somente sob a espécie do pão permite receber todo o fruto da graça da Eucaristia” (CIC 1389). No caso, porém, de comunhão por intinção, é lícito somente recebê-la na boca e diretamente das mãos do sacerdote.

“Com devoção te adoro, latente divindade. Que, sob essas figuras, te escondes na verdade; meu coração de pleno sujeito a ti, obedece, pois que, em te contemplando, todo ele desfalece. A vista, o tato, o gosto, certo, jamais te alcança; pela audição somente te creem em segurança; creio em tudo o que disse de Deus Filho o Cordeiro, nada é mais da verdade que tal voz, verdadeiro.”
 

A Missa de costas para o povo?
 
Numa intenção de desprestigiar a Missa legitimamente celebrada na forma extraordinária ou antiga do Rito Romano, agora equiparada pelo Papa à forma ordinária em vigor, costuma-se a ela se referir como sendo aquela missa celebrada “de costas para o povo”. Interessante que por quatro séculos a Missa foi assim celebrada e só agora se notou isso?
 
Na verdade, a Missa na forma tradicional não é celebrada pelo Sacerdote de costas para o povo, mas sim pelo padre se postando na mesma direção do povo, em direção ao Oriente, “versus Orientem”, que representa Nosso Senhor. Todos em direção ao Senhor! Para frente e para cima. Assim como o comandante não marcha de costas para os seus soldados mas na mesma direção deles, para frente.
 
Eis a explicação que nos dá o então Cardeal Joseph Ratzinger, agora nosso Papa Bento XVI: “No plano concreto, um erro grave atribuído à reforma pós-conciliar foi o costume de o sacerdote celebrar voltado para os fiéis. Dessa forma, o Sacerdote torna-se o verdadeiro ponto de referência de toda a celebração. Tudo acaba em cima dele. É ele que se precisa olhar. A atenção é cada vez menos voltada para Deus e é cada vez mais importante o que fazem as pessoas que ali se encontram e que não têm a menor intenção de submeter-se a um esquema predisposto. O sacerdote virado para o povo dá à comunidade o aspecto de um todo fechado sobre si mesmo. Sua postura não é mais aberta para frente e para cima, mas fechada em si mesma.”
 
E ele recorda que, ao contrário do que muitos pensam, do altar voltado para o povo não há menção alguma no texto do Concílio Vaticano II. E, segundo ele, “no costume antigo, a questão não era de virar as costas ao povo, mas de adotar a mesma orientação do povo”.
 
“Quem entender isso, diz ele, entende facilmente que a questão não é olhar o sacerdote, mas olharmos juntos o Senhor e ir ao seu encontro. Fiéis e sacerdote não devem olhar um para os outros, mas olhar juntos para Ele, o transpassado. A oração comunitária litúrgica deve mirar a que oremos de verdade, isto é, que não falamos um com o outro, mas falamos com Deus e perante Deus.”
 
+ Dom Fernando Arêas Rifan
Bispo Titular de Cedamusa - Campos – RJ.


 
(Lembrando que Deus está ali presente no Sacrário e a Cruz que lembra o caráter Sacrificial da Missa. Por isso devem estar no centro da Igreja no lugar de honra e mais elevado em direção ao oriente, para que todos possam ver e contemplar.
O que dizer quando muitos já não têm fé que Jesus está ali vivo e real, porém invisível aos olhos humanos? E pior ainda, quando Jesus no Sacrário é atirado para o lado ou escondido, se sentindo assim como que desprezado, rejeitado ou um simples mais um, a olhar?)

        "Neste nosso tempo a criatura é mais valorizada que o Próprio Criador que a fez."
 
A Escritura diz: “A pedra que os pedreiros rejeitaram tornou-se agora a pedra angular.”
 
Assim a Santa Madre Igreja Católica Apostólica vai sendo despida de sua Sacralidade, assim como despiram Nosso Senhor Jesus Cristo no alto do calvário.
 
A Escritura também diz: “Quando voltar será que encontrarei fé sobre a terra?”


 

 PADRE GABRIELE  AMORTH
  Famoso Exorcista da diocese de Roma.









Obs: SE PUDEREM LEIAM TODAS AS PARTES. UMA DAS MAIS IMPORTANTES TAMBEM SÃO A PARTE VIII.